As delicadezas do amor de Deus

O amor consiste no seguinte: “Não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele quem nos amou e nos enviou o seu Filho como vítima expiatória pelos nossos pecados” (I Jo 4,10) .

O fato de saber reconhecer as delicadezas do amor do Pai na trama ordinária da vida, é uma graça do Senhor. Moisés explicou muito bem isso ao povo, ao enumerar as provações, os sinais e os grandiosos prodígios que presenciou: “Até o dia de hoje, Javé não vos tinha dado um coração para compreender, olhos para ver e ouvidos para ouvir” (Dt 29,4).

Compreender, isto é uma autêntica revolução! Não somos nós que andamos a girar à volta de Deus, para tentar atingi-Lo e amá-Lo, mas é Ele quem gira à nossa volta, até o momento em que consegue uma brecha no nosso coração.

Senhor, dá-nos um coração sensível à Tua presença, para que possamos reconhecer-Te como Nosso Senhor e amigo.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago – Comunidade Canção Nova

Comemoração de Cristo Rei – Jesus Nosso Rei e Salvador

A Festa de Cristo Rei é uma das festas mais importantes no calendário litúrgico, nela celebramos aquele Cristo que é o Rei do universo. O seu Reino é o Reino da verdade e da vida, da santidade e da graça, da justiça, do amor e da paz.

Esta festa foi estabelecida pelo Papa Pio XI em 11 de março 1925. O Papa quis motivar os católicos para reconhecer em público que o líder da Igreja é Cristo Rei. Mais tarde a data da celebração foi mudada dando um novo senso.

O ano litúrgico termina com esta que salienta a importância de Cristo como centro da história universal. É o alfa e o omega, o princípio e o fim. Cristo reina nas pessoas com a mensagem de amor, justiça e serviço. O Reino de Cristo é eterno e universal, quer dizer, para sempre e para todos os homens.

Esta festa tem um sentido escatológico na qual nós celebramos Cristo como Rei de todo o universo. Nós sabemos que o Reino de Cristo já começou a partir de sua vinda na terra a quase dois mil anos, porém Cristo não reinará definitivamente em todos os homens até que volte ao mundo com toda a sua glória no final dos tempos. Jesus nos antecipou sobre esse grande dia, em Mateus 25, 31-46.
Na festa de Rei de Cristo celebramos que Cristo pode começar a reinar em nossos corações no momento em que nós permitimos isto a ele, e o Reino de Deus pode deste modo fazer-se presente em nossa vida. Desta forma estabelecemos o Reino de Cristo de agora em diante em nós mesmos e em nossas casas, emprego e vida.

Jesus nos fala das características do seu Reino por várias parábolas no capítulo 13 de Mateus:

“O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no seu campo”.

“O qual é realmente a mais pequena de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos”.

“O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado”.

“Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo”.

Nestas parábolas Jesus nos faz ver claramente que vale a pena procurar e viver o Reino de Deus, isto vale mais do que todos os tesouros da terra e que o crescimento dele será discreto, sem ninguém perceber, mas efetivo.

A Igreja tem a responsabilidade de orar e aumentar o reinado de Jesus Cristo entre os homens. O aumento do Reino de Deus deve ser o centro de nossa vida como membros da Igreja. Fazer com que Jesus Cristo reine no coração dos homens, no peito das casas, nas comunidades e nas cidades.

Com isto nós poderemos chegar a um mundo novo no qual reinará o amor, a paz e a justiça e a salvação eterna de todos os homens.

Para que Jesus reine em nossa vida, devemos em primeiro lugar conhecer Cristo. A leitura e reflexão do Evangelho, a oração pessoal e os sacramentos são os meios para conhece-Lo e as graças recebidas vão abrindo os nossos corações a seu amor. Trata-se de conhecer Cristo de uma maneira experimental e não só teleológica.

Oremos com profundidade escutando o Cristo que nos fala. Ao conhecer Cristo expressaremos o amor de maneira espontânea, por que Ele é bondade.

O amor a Cristo nos levará quase sem perceber a pensar como Cristo, querer como Cristo e sentir como Cristo, vivendo uma vida de verdadeira caridade e Cristandade autentica. Quando imitarmos Cristo conhecendo-o e amando-o, então podemos experimentar seu Reino.

O compromisso apostólico consiste em levar nosso amor para a ação de estender o Reino de Cristo a todas as almas por meio de trabalhos concretos de apostolado. Nós não podemos parar. Nosso amor aumentará.

Dedicar a nossa vida a expandir o Reino de Cristo na terra é o melhor que podemos fazer, pois Cristo nos recompensará com alegria e uma paz profunda e imperturbável em todas as circunstancias da vida.

Ao longo da história existem inumeráveis testemunhos de cristãos que deram a vida por Cristo como o Rei de suas vidas.

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

Eu sou o caminho, a verdade e a vida

Não é difícil que no caminho de nossa vida, por várias razões, nos sintamos perdidos e sem saber que rumo tomar. Uma decepção, uma persa profunda, um casamento que se acabou ou até mesmo uma mudança de vida profissional nos tiram o norte e nos deixam desorientados. Aliás, essa palavra, desorientado, significa estar sem uma orientação, isto é, estar perdido. Ora, a primeira coisa que se faz quando se está perdido é procurar um ponto e segui-lo. Os escoteiros sabem seguir olhando a direção que nasce o musgo na floresta, já os marinheiros se guiam pelas estrelas, e nós devemos nos guiar por Jesus. Sim, foi Ele que disse: “Eu sou o caminho”. Pronto, você não está mais perdido, eis o caminho a ser seguido. Pois bem, depois de ter se decidido pelo caminho, percorra-o, deixando-o levar ao perdão, à humildade e à fé. Nesse caminho, encontre seus erros e supere-os. Nesse caminho, não olhe para trás, mas fixe seu olhar adiante para onde quer chegar. Nesse caminho, deixe-se alimentar de amor e dê aos outros o amor de que eles precisam. E o mais importante: ao percorrer esse caminho não se sinta só, pois Deus vai ao lado conduzindo-o para onde você deve chegar.

Padre Juarez de Castro

 

Jesus lhe respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.

Senhor Jesus, Tu és o verdadeiro caminho que nos conduz à felicidade. A verdade que dissipa as trevas do erro e a vida que dá sentido à minha vida. Peço-Te, humildemente, que me oriente neste momento de indecisão quando me sinto perdido. Quero fazer o melhor para a minha vida e para a vida daqueles que estão ao meu lado. Por isso, venho Te pedir que possas me iluminar e conceder sabedoria para tomar o caminho certo que me levará a conseguir a graça que Te suplico.

Confio em Ti Senhor.

Amém

 

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

O meu Ano da Fé: Tentações de Jesus – Guiado pelo Espírito do Senhor

O Catecismo da Igreja Católica, no parágrafo 538, inicia sua teologia sobre as tentações de Jesus com o parágrafo abaixo, na qual utilizei como início do meu estudo:

Os evangelhos falam de um tempo de solidão de Jesus no deserto, imediatamente após seu Batismo por João: “Levado pelo Espírito” ao deserto, Jesus fica ali quarenta dias sem comer, vivendo com os animais selvagens e os anjos o servem. No final dessa permanência, Satanás o tenta por três vezes, procurando questionar sua atitude filial para com Deus. Jesus rechaça esses ataques que recapitulam as tentações de Adão no Paraíso e de Israel no deserto, e o Diabo afasta-se dele “até o tempo oportuno” (Lc 4,13)

O primeiro texto que me chamou a atenção foi “Levado pelo Espírito”, o que me mostra como Jesus depois de ter sido ungido pelo Espírito Santo no seu batismo, foi guiado pelo Espírito do Senhor e teve como primeira etapa de sua missão passar por esse período de jejum extremo e tentações.

A descida do Espírito Santo sobre Jesus, que encerra a cena do batismo, institui formalmente 0 seu ministério. A palavra Messias-Cristo significa “o ungido“.

Em Is 11,2 desenvolve-se consequentemente a esperança a respeito de um verdadeiro “Ungido“, cuja “Unção” consiste precisamente em sobre ele descer o Espírito do Senhor: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebanho brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e coragem, Espírito de ciência e de temor do Senhor. Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouviu dizer; Mas julgará os fracos com equidade , fará justiça aos pobres da terra”.

Segundo o relato de São Lucas, Jesus apresentou-se a si mesmo e à sua missão na Sinagoga de Nazaré com uma citação análoga de Isaías: O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor me ungiu (Lc 4,18; Is 61,1).

A conclusão da cena do batismo nos diz que Jesus recebeu esta verdadeira “Unção“, que Ele é o Ungido esperado – que a Ele naquela hora foi conferida formalmente, para a história e perante Israel, a dignidade real e a dignidade sacerdotal.

A partir de então Ele está subordinado a esta missão. Os três evangelhos sinópticos contam-nos, para nossa surpresa, que a primeira ordem do Espírito é levá-Lo para o deserto “para aí ser tentado pelo demônio (Mt 4,1).

A missão consiste em descer aos perigos do homem, porque só assim pode o homem caído ser levantado: Jesus deve (isso pertence ao cerne da sua missão) penetrar no drama da existência humana, atravessá-lo até seu último fundo, para encontrar a “ovelha perdida”, colocá-la nos seus ombros e levá-la para casa.

Continuando com o CIC, 0s parágrafos 539 e 540 nos ensinam que:

539: “Os evangelistas assinalam o sentido salvífico desse acontecimento misterioso, Jesus é o novo Adão, que ficou fiel onde o primeiro sucumbiu à tentação. Jesus cumpre à perfeição a vocação de Israel: contrariamente aos que provocaram outrora a Deus durante quarenta anos no deserto, Cristo se revela como o Servo de Deus totalmente obediente à vontade divina. Nisso Jesus é vencedor do Diabo: Ele “amarrou o homem forte” para retomar-lhe a presa. A vitória de Jesus sobre o tentador no deserto antecipa a vitória da Paixão, obediência suprema de seu amor filial ao Pai”.

540: “A tentação de Jesus manifesta a maneira que o Filho de Deus tem de ser Messias – o oposto da que lhe propõe Satanás e que os homens desejam atribuir-lhe. É por isso que Cristo venceu o tentador por nós: “Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se de nossas fraquezas. Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, exceto no pecado. (Hb 4,15)”.

Ele deve agarra toda a história desde seu início (desde “Adão”), atravessá-la e sofrê-la completamente  para que assim a possa transformar. Especialmente a Epístola dos Hebreus enfatizou que pertence à missão de Jesus, à sua solidariedade conosco antecipadamente representada no batismo, não se negar às ameaças e aos riscos da condição humana: “Por isso deve assemelhar-se em tudo aos seus irmãos, a fim de ser um Sumo Sacerdote misericordioso e fiel no serviço de Deus para expiar os pecados do povo. E porque Ele mesmo sofreu e foi tentado é que pode socorrer os que são tentados” (Hb 2,17s). “Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se de nossas fraquezas. Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, exceto no pecado.” (Hb 4,15).

Mas as “tentações” acompanham todo o caminho de Jesus, e assim a história das tentações aparece – de um modo semelhante ao batismo – como uma antecipação na qual se condensa a luta de todo o caminho.

Agora focando as “tentações” de Jesus no Evangelho de São Marcos, ele pôs em evidência os paralelos com Adão, o intenso sofrimento do drama humano enquanto tal: Jesus “vivia entre as feras e os anjos o serviam“. O deserto – oposto de Jardim – torna-se o lugar da reconciliação e da salvação. É assim restaurada aquela paz que Isaías anuncia para os tempos do Messias: “Então o lobo habita com o cordeiro, a pantera com o cabrito…” (Is 11,6). Onde o pecado é vencido, onde a harmonia do homem com Deus é restaurada, segue-se a reconciliação da natureza, a criação dilacerada transforma-se em lugar de paz.

Nos próximos posts estarei estudando cada uma das três tentações de Jesus individualmente, no entanto, podemos antecipar que o núcleo de toda a tentação é colocar Deus de lado, o qual, junto às questões urgentes de nossa vida, aparece como algo secundário, se não mesmo de supérfluo  e incômodo. Ordenar; construir um mundo de um modo autônomo, sem Deus; reconhecer como realidade apenas as realidades políticas e materiais e deixar de lado Deus, tendo-o como uma ilusão: aqui está a tentação que de muitas formas hoje nos ameaça.

De todas as formas hoje o mundo tenta nos impor um modo de viver e construir nossas vidas sem a presença de Deus, assim temos nós, em resposta à essas enorme tentação, pedir sempre a Graça de Deus e a Luz do Espírito Santo em nós, para que tudo o que fizermos seja guiado e iluminado segunda a vontade do Nosso Pai.

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

 

Amar plenamente é Graça de Deus!

Quem acompanhou o acampamento deste fim de semana que acontece na Canção Nova, o acampamento das novas e antigas comunidades, devem ter sentido  o mesmo que eu quando, no domingo, o Hamilton Apolônio da comunidade Boa Nova fez uma palestra sobre a graça de Deus em nossas vidas – A graça do carisma

Confesso que não conhecia o Hamilton Apolônio e quando percebi que, logo após uma ótima palestra do Padre Reginaldo Manzzotti, seria ele o palestrante fiquei um pouco ressabiado… Mas, para o meu bem, são nesses nossos momentos que o Espírito Santo gosta de agir bem diretamente… e esta palestra foi uma das que mais tocaram em mim… mesmo estando eu acompanhando pelo TV Canção Nova.

Hamilton estava nos explicando que amar não é um sentimento, nem simplesmente uma questão de escolha. Claro que depende de nós viver uma vida de amor, depende da nossa escolha, mas só a nossa escolha não nos leva a amar plenamente como Jesus amou… Amar como Jesus é Graça de Deus… É GRAÇA!!!!!

Ele contou dois testemunhos que fizeram com que eu enxergasse o quanto estou ainda longe de amar como deveria…

Primeiro testemunho: Uma mulher visitando um presídio, chamou atenção de um sacerdote por dar atenção e carinho a um dos jovens que estava preso. E quando todos questionavam se era a mãe daquele preso, o padre foi surpreendido ao saber que essa mulher era a mãe do jovem que ele matou.

Segundo testemunho: Hamilton contou que a comunidade Boa Nova tem um trabalho de hospedar os cuidar de pessoas que precisam de tratamentos, principalmente viciados em drogas e álcool, o que foi um discernimento difícil porque, enquanto comunidade de vida, já temos famílias e já moramos juntos, mas foi um pedido de Deus e nós assim o fizemos. Em um dos dias de triagem apareceu uma mulher com um homem nos braços todo ferido e machucado, onde via-se claramente a dependência do álcool. Ela então aproximou-se de Hamilton e pediu-lhe que cuidasse do homem. Hamilton então fez as peguntas iniciais e, intrigado com a atitude da mulher perguntou o que ele era dela… e foi então que a mulher respondeu que ele era o ex-marido dela que a deixou com as crianças a um bom tempo atrás por causa de outra mulher. E, naquele dia, passados já muitos anos que ele a deixou, ela, que é enfermeira, estava voltando para casa e reparou em um homem jogado no chão todo machucado e debilitado. Então quando chegou mais perto percebeu que era o homem que a havia abandonado. Mas ela cheia de amor não pensou em mais nada a não ser ajudá-lo. Hamilton então, tocado por esse gesto dela o pegou nos braços e correu com ele para conseguir a ajuda necessária.

Meus irmãos e minhas irmãs, que lindos gestos de amor essas duas pessoas viveram, um amor puro, sem ressentimentos, sem vingança… Um amor sem o desejo de retribuição. Um amor à pessoa que está junto de nós!!!

Ouvindo esses testemunhos percebi como eu quero e preciso viver esse amor, ter esse amor enraizado na minha vida.  Mas Hamilton nos explica que esse amor É GRAÇA!!! E como graça não vem por merecimento pois é GRAÇA!!!! é dado por Deus à nós quando estamos prontos.

Quantas vezes deixei de viver esse amor por mesquinharias do meu coração, poe deixar que a vingança, o orgulho e a vaidade tomassem conta de mim.

Jesus não olha o que a gente merece, mas o que precisamos. Isso é Graça. Tomemos posse da Graça.

Eu tomarei posse desta graça de Jesus e pedirei a Ele que me conduza a viver esse amor em minha vida!!!!

Deus é amor e eu quero ser de Deus… Quero pertencer a este Amor de Pai!!!!

Que você também possam tomar a decisão de viver este amor verdadeiro que é a Graça de Jesus.

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

Salmo 1 – Deus se alia aos justos

 Feliz o homem

Que não vai aos conselhos dos injustos,

Não para no caminho dos pecadores,

Nem se assenta na roda dos zombadores.

Pelo contrário:

Seu prazer está na lei de Javé,

E medita sua lei, dia e noite.

Ele é como árvore

Plantada junto d’água corrente:

Dá fruto no tempo devido,

E suas folhas nunca murcham.

Tudo o que ele faz é bem sucedido.

Não são assim os injustos! Não são assim!

Pelo contrário:

São como palha que o vento arrebenta…

Por isso os injustos não ficarão de pé no Julgamento,

Nem os pecadores na assembleia dos justos.

Porque Javé conhece o caminho dos justos,

Enquanto o caminho dos injustos perece.

 

 

Depois da queda, o homem não foi abandonado por Deus.

Ao contrário, Deus o chama e lhe anuncia de modo misterioso a vitória sobre o mal e o soerguimento da queda

CIC 410

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio