Vem, Espírito Santo

 

Hoje o céu se abre pra derramar
Sobre os corações toda a graça do Pai
Eu também quero me derramar
De todo o meu coração nos braços do Pai

Vem, Espírito Santo, com teu poder
Tocar meu ser, fluir em mim

Hoje eu posso ser um novo homem
Pelo teu poder renascer

 

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

 

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O meu Ano da Fé: Tentações de Jesus – Guiado pelo Espírito do Senhor

O Catecismo da Igreja Católica, no parágrafo 538, inicia sua teologia sobre as tentações de Jesus com o parágrafo abaixo, na qual utilizei como início do meu estudo:

Os evangelhos falam de um tempo de solidão de Jesus no deserto, imediatamente após seu Batismo por João: “Levado pelo Espírito” ao deserto, Jesus fica ali quarenta dias sem comer, vivendo com os animais selvagens e os anjos o servem. No final dessa permanência, Satanás o tenta por três vezes, procurando questionar sua atitude filial para com Deus. Jesus rechaça esses ataques que recapitulam as tentações de Adão no Paraíso e de Israel no deserto, e o Diabo afasta-se dele “até o tempo oportuno” (Lc 4,13)

O primeiro texto que me chamou a atenção foi “Levado pelo Espírito”, o que me mostra como Jesus depois de ter sido ungido pelo Espírito Santo no seu batismo, foi guiado pelo Espírito do Senhor e teve como primeira etapa de sua missão passar por esse período de jejum extremo e tentações.

A descida do Espírito Santo sobre Jesus, que encerra a cena do batismo, institui formalmente 0 seu ministério. A palavra Messias-Cristo significa “o ungido“.

Em Is 11,2 desenvolve-se consequentemente a esperança a respeito de um verdadeiro “Ungido“, cuja “Unção” consiste precisamente em sobre ele descer o Espírito do Senhor: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebanho brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e coragem, Espírito de ciência e de temor do Senhor. Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouviu dizer; Mas julgará os fracos com equidade , fará justiça aos pobres da terra”.

Segundo o relato de São Lucas, Jesus apresentou-se a si mesmo e à sua missão na Sinagoga de Nazaré com uma citação análoga de Isaías: O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor me ungiu (Lc 4,18; Is 61,1).

A conclusão da cena do batismo nos diz que Jesus recebeu esta verdadeira “Unção“, que Ele é o Ungido esperado – que a Ele naquela hora foi conferida formalmente, para a história e perante Israel, a dignidade real e a dignidade sacerdotal.

A partir de então Ele está subordinado a esta missão. Os três evangelhos sinópticos contam-nos, para nossa surpresa, que a primeira ordem do Espírito é levá-Lo para o deserto “para aí ser tentado pelo demônio (Mt 4,1).

A missão consiste em descer aos perigos do homem, porque só assim pode o homem caído ser levantado: Jesus deve (isso pertence ao cerne da sua missão) penetrar no drama da existência humana, atravessá-lo até seu último fundo, para encontrar a “ovelha perdida”, colocá-la nos seus ombros e levá-la para casa.

Continuando com o CIC, 0s parágrafos 539 e 540 nos ensinam que:

539: “Os evangelistas assinalam o sentido salvífico desse acontecimento misterioso, Jesus é o novo Adão, que ficou fiel onde o primeiro sucumbiu à tentação. Jesus cumpre à perfeição a vocação de Israel: contrariamente aos que provocaram outrora a Deus durante quarenta anos no deserto, Cristo se revela como o Servo de Deus totalmente obediente à vontade divina. Nisso Jesus é vencedor do Diabo: Ele “amarrou o homem forte” para retomar-lhe a presa. A vitória de Jesus sobre o tentador no deserto antecipa a vitória da Paixão, obediência suprema de seu amor filial ao Pai”.

540: “A tentação de Jesus manifesta a maneira que o Filho de Deus tem de ser Messias – o oposto da que lhe propõe Satanás e que os homens desejam atribuir-lhe. É por isso que Cristo venceu o tentador por nós: “Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se de nossas fraquezas. Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, exceto no pecado. (Hb 4,15)”.

Ele deve agarra toda a história desde seu início (desde “Adão”), atravessá-la e sofrê-la completamente  para que assim a possa transformar. Especialmente a Epístola dos Hebreus enfatizou que pertence à missão de Jesus, à sua solidariedade conosco antecipadamente representada no batismo, não se negar às ameaças e aos riscos da condição humana: “Por isso deve assemelhar-se em tudo aos seus irmãos, a fim de ser um Sumo Sacerdote misericordioso e fiel no serviço de Deus para expiar os pecados do povo. E porque Ele mesmo sofreu e foi tentado é que pode socorrer os que são tentados” (Hb 2,17s). “Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se de nossas fraquezas. Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, exceto no pecado.” (Hb 4,15).

Mas as “tentações” acompanham todo o caminho de Jesus, e assim a história das tentações aparece – de um modo semelhante ao batismo – como uma antecipação na qual se condensa a luta de todo o caminho.

Agora focando as “tentações” de Jesus no Evangelho de São Marcos, ele pôs em evidência os paralelos com Adão, o intenso sofrimento do drama humano enquanto tal: Jesus “vivia entre as feras e os anjos o serviam“. O deserto – oposto de Jardim – torna-se o lugar da reconciliação e da salvação. É assim restaurada aquela paz que Isaías anuncia para os tempos do Messias: “Então o lobo habita com o cordeiro, a pantera com o cabrito…” (Is 11,6). Onde o pecado é vencido, onde a harmonia do homem com Deus é restaurada, segue-se a reconciliação da natureza, a criação dilacerada transforma-se em lugar de paz.

Nos próximos posts estarei estudando cada uma das três tentações de Jesus individualmente, no entanto, podemos antecipar que o núcleo de toda a tentação é colocar Deus de lado, o qual, junto às questões urgentes de nossa vida, aparece como algo secundário, se não mesmo de supérfluo  e incômodo. Ordenar; construir um mundo de um modo autônomo, sem Deus; reconhecer como realidade apenas as realidades políticas e materiais e deixar de lado Deus, tendo-o como uma ilusão: aqui está a tentação que de muitas formas hoje nos ameaça.

De todas as formas hoje o mundo tenta nos impor um modo de viver e construir nossas vidas sem a presença de Deus, assim temos nós, em resposta à essas enorme tentação, pedir sempre a Graça de Deus e a Luz do Espírito Santo em nós, para que tudo o que fizermos seja guiado e iluminado segunda a vontade do Nosso Pai.

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

 

Veni Creator

Vinde, Espírito Criador,
visitai as almas dos Vossos;
enchei de graça celestial
os corações que criastes!

Sois o Divino Consolador,
o dom do Deus Altíssimo,
fonte viva, o fogo, a caridade,
a unção dos espirituais.

Com os Vossos sete dons:
sois o dedo da direita de Deus,
Solene promessa do Pai
Inspirando nossas palavras.

Acendei a luz nos sentidos;
insuflai o amor nos corações,
amparai na constante virtude
a nossa carne enfraquecida.

Afastai para longe o inimigo;
Trazei-nos prontamente a paz
Assim guiados por Vós
Evitaremos todo o mal.

Por Vós explicar-se-á o Pai
E conheceremos o Filho;
Dai-nos crer sempre em Vós
Espírito do Pai e do Filho.

Glória ao Pai, Senhor,
Ao Filho que ressuscitou
Assim como ao Consolador.
Por todos os séculos.

Amém.

Dons de orar e falar em línguas!

Filhos e filhas,

“Existem dons diferentes, mas o Espírito é o mesmo”. (1Cor 12,4). 

No capítulo doze da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, o Apóstolo cita alguns dons e afirma que todos devem manifestá-los para a utilidade de todos (cf 1Cor 12,7). Então, não devemos tentar impedir a ação do Espírito Santo em nós, muito pelo contrário, devemos deixá-lo agir.

E sob a ação da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, podemos rezar e falar em línguas. Muitos me questionam sobre esses dons, por isso, aqui faço uma pequena explanação, mas antes ressalto que em nenhum momento, durante o dom de línguas, perde-se a consciência.

Orar em línguas – através desse dom “palavras incompreensíveis que não são minhas, palavras escolhidas e formuladas pelo Espírito Santo, dão a Jesus o louvor que Ele merece, e do qual eu mesmo sou incapaz” (cf 1Cor 14, 9). Nesse dom é o próprio Espírito Santo que reza em nós.

Falar em línguas – esse dom, uma mensagem de Deus é proclamada em uma linguagem desconhecida para uma assembleia determinada. Quando ele se manifesta, necessariamente, um membro do grupo recebe o dom da interpretação de línguas e traduz a mensagem a todos. Por isso, só é manifestado em grupos.

Que sejamos mais dóceis à ação do Espírito Santo.

Deus abençoe você e sua família.

Padre Reginaldo Manzotti

O meu Ano da Fé: Deus Pai nos apresenta seu Filho Jesus

É impossível não se emocionar com o batismo de Jesus, onde o próprio Pai nos apresenta seu Amado Filho.

João Batista, o profeta que anunciou e nos apresentou Jesus, tinha com missão preparar o caminho do Senhor, já profetizado no antigo testamento, conforme  São Marcos citou no seu evangelho: “Uma voz clama no deserto: preparai o caminho para o Senhor! Endireitai para Ele os caminhos” (Is 40,3).

Segundo o CIC 535, João proclamava “um batismo de arrependimento para a remissão dos pecados” (Lc 3,3). Uma multidão de pecadores, de publicanos e soldados, fariseus e saduceus e prostitutas vem fazer-se batizar por ele…”.

A figura e a mensagem de João Batista provocaram uma verdadeira reviravolta na atmosfera de Jerusalém naquela época, pois “finalmente estava de novo ali um profeta, cuja própria vida o identificava como tal. Finalmente se anuncia de novo a ação de Deus na história. João batizava com água, mas o “maior”, aquele que batizará com o Espírito Santo e com o fogo, já se encontra à porta“. (Trecho do livro Jesus de Nazaré – Papa Bento XVI)

Essa “popularidade” que João havia conquistado vem de encontro quando São Marcos nos afirma que muita gente vinha para ser batizado por João: “Toda a região da Judéia e todos os moradores de Jerusalém iam ao encontro de João. Confessavam os seus pecados, e João os batizava no rio Jordão“. (Mc 1,5)

A partir daí vemos como uma grande quantidade de pecadores vinham em procura de João Batista para confessarem os seus pecados. Até que então, Marcos narra o acontecimento que dá início a toda a nossa salvação:

Naqueles dias Jesus veio de Nazaré da Galiléia e foi batizado por João no Jordão” (Mc 1,9)

Até então tudo parecia se limitar na região da Judéia, mas então veio Jesus de longe, da Galiléia. Ele veio de outra região geográfica para ser batizado. E é aí que vem o ponto novo, o fato de  que Jesus queria ser batizado, pois veio de longe em busca desse objetivo.

Mas se o batismo de João era para os pecadores, como Jesus poderia querer ser batizado? Tinha ele pecados para querer confessá-los?

Creio que seja uma questão que até mesmo João indagou na época, tanto que ao ver Jesus ele o indagou:

Eu é que devia ser batizado por Ti e Tu vens ter comigo?” (Mt 3,14)

Mas é aí que Jesus nos responde à dúvida de João e nossa também:

Jesus porém respondeu-lhe: Deixa lá por agora, pois convém que se cumpra toda a justiça. João então permitiu-O“. (Mt 3,15)

O Papa Bento XVI, no seu livro ‘Jesus de Nazaré’ nos explica esta resposta de Jesus:

… Decisivo para a interpretação da resposta de Jesus é o sentido da palavra “justiça”: toda a “justiça” deve ser cumprida. Justiça é neste mundo, no qual Jesus está, a resposta do homem À Tora, aceitar toda a vontade de Deus, levar o “jugo do Reino de Deus”, tal como fora formulado. O batismo de João Batista não foi previsto pela Tora, mas Jesus reconhece-o com esta palavra – “justiça” – como expressão para o ilimitado sim à vontade de Deus, como acolhimento obediente do seu jugo.

O que é que Jesus fez então? São Lucas, que em todo seu evangelho dirige um olhar atento à oração de Jesus, que o representa sempre como o orante – em conversa com o Pai -, diz-no que Jesus recebeu o batismo enquanto orava (Lc 3,21). A partir da cruz e da ressurreição tornou-se claro para a cristandade o que estava acontecendo: Jesus tomou sobre os seus ombros o peso da culpa de toda a humanidade; Levou-o pelo Jordão abaixo. Ele inaugura seu ministério inserindo-se no lugar dos pecadores.”  (Trecho do livro Jesus de Nazaré – Papa Bento XVI)

Como não nos deixarmos contagiar com Jesus. Já no seu batismo tomou para si os nossos pecados e disse o seu “SIM” para os planos de Deus. Já no seu batismo Jesus tomou para si a missão de nos redimir de nossos pecados, a missão de carregar e morrer por nós na cruz. O que nós podemos fazer senão agradecer a Jesus por cada gota de sangue que ele derramou por nós?

Continuando então com o evangelho de Marcos, narrando o batismo de Jesus, foi aí então que Deus Pai nos apresenta se próprio Filho:

Logo que Jesus saiu da água, viu o céu se rasgando, e o Espírito, como pomba, desceu sobre ele. E do céu veio uma voz: Tu és o meu Filho amado; em ti encontro o meu agrado.” (Mc 1, 10-11)

Nesta linda cena, nosso próprio Pai nos apresenta Jesus como o seu Filho muito amado, por quem tem muito agrado, e que O enviou para nos salvar, para nos da uma nova chance, uma nova história onde o céu se abre e nos permite novamente estar em contato com a graça de Deus. E o Espírito Santo paráclito, que está com Jesus desde a sua concepção no ventre de Maria, desce sobre Ele.

O céu se rasga…” Como é forte essa expressão, se rasgas, como algo que antes estava fechado que como que forçado se rasga e deixa o que antes estava separado se junte novamente – Toda a nossa miséria e a infinita misericórdia de Deus!!!

E é assim que, depois de Marcos e João Batista nos apresentarem Jesus, o nosso próprio Deus Pai nos mostra quem é Jesus, seu Filho amado, que foi enviado com a missão ser Servo para sofrer por nós as dores da cruz.

Como diz o Catecismo da Igreja Católica:

O Batismo de Jesus é, da parte dele, a aceitação e a inauguração de sua missão de Servo sofredor. Deixa-se contar entre os pecadores; é, já, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29), antecipa já o “Batismo” de sua morte sangrenta. Vem, já, “cumprir toda a justiça” (Mt 3,15), ou seja, submete-se por inteiro à vontade de seu Pai: aceita por amor este batismo de morte para a remissão de nossos pecados. A esta aceitação responde a voz do Pai, que coloca toda a sua complacência em seu Filho. O Espírito que Jesus possui em plenitude desde a sua concepção vem “repousar” sobre Ele. Jesus será a fonte do Espírito para toda a humanidade. No Batismo de Jesus, “abriram-se os Céus” (Mt 3,16) que o pecado de Adão havia fechado; e as águas são santificadas pela descida de Jesus e do Espírito, prelúdio da nova criação.” (CIC 536)

Portanto, sepultemo-nos com Cristo pelo nosso Batismo, para ressuscitar com Ele; desçamos com Ele, para sermos elevados com Ele; subamos novamente com Ele, para sermos glorificados Nele.

Tudo o que aconteceu com Cristo Jesus dá-nos a conhecer que, depois da imersão na água, o Espírito Santo voa sobre nós do alto do Céu e que, adotados pela voz do Pai, nos tornamos filhos de Deus, e filhos muito amados.

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

O meu Ano da Fé: João Batista nos diz quem é Jesus

Continuando o meu aprofundamento em conhecer Jesus com o Evangelho de Marcos percebi como é lindo o modo como João Batista nos diz quem é Jesus.

João Batista, o ultimo dos profetas veio tinha como sua missão preparar o caminho de Jesus, anunciá-lo, preparar o povo para o início da grande obra de Jesus, a nossa salvação, não somente anunciou Jesus mas também nos apresentou Jesus, vendo também a promessa se cumprindo, pois ele mesmo encontra e batiza Jesus. João é a passagem do antigo testamento para o novo testamento, pois anuncia e apresenta Jesus ao povo.

E como é fascinante perceber o amor que João Batista tinha à sua missão, em como ele o realizou com tanta dedicação e entrega, pois a sua própria vida era um anúncio do Senhor, pois adotou a vida humilde, abraçando a pobreza, vivendo no deserto se alimentando de mel e gafanhotos – “João se vestia com uma pele de camelo, usava um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre.” (Mc 1,6) – , nos mostrando que aquele que anuncia o nosso Senhor tem que viver uma vida com coerência ao que anuncia, uma vida condizente com o que nosso Senhor Jesus Cristo veio nos ensinar.

E então, seguindo com o evangelho vemos ele nos diz quem é Jesus:

E pregava: Depois de mim, vai chegar alguém mais forte do que eu. E eu não sou digno sequer de me abaixar para desamarrar as suas sandálias. Eu batizei vocês com água, mas Ele batizará vocês com o Espírito Santo.

Alguém mais forte que João Batista e que nos batizará com o Espírito Santo!!!! Que linda promessa meus irmãos!!! Quando somos batizados pelo Espírito de Deus somos transformados, libertados do pecado, dos vícios.

Jesus é o nosso Salvador, o nosso Messias tão esperado, que veio para provocar uma grande transformação, provocar a nossa libertação e nos unir novamente à graça de Deus.

Todo o anúncio de João Batista é uma linda promessa de Deus para nós, afim de mantermos a nossa esperança focada na salvação nos dada através do grande amor de Jesus por nós.

Portanto, cabe a nós estarmos preparados, purificando-nos e mudando o nosso modo de ver a vida e de vivê-la, sempre com os olhos nos passos de Jesus.

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio