Maria, Expõe para nós teu Filho Jesus!!!

A primeira que comungou foi a Virgem Maria
A primeira que recebeu Jesus no coração
A primeira que anunciou foi a Virgem Maria
E gerou na fé o profeta que de Izabel nasceu

Foi por ela que aconteceu a primeira adoração
E quando os magos a encontraram
Houve a primeira grande exposição
Mãe capela do santíssimo sacrário do amor

Expõe para nós teu Filho
Expõe para nós teu Filho
Mãe capela do Santíssimo morada do Senhor
Expõe para nós teu Filho
Expõe para nós teu Filho
Primeiro ostensório do Senhor

 

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, rogai por nós pobres pecadores!!!

Nossa Senhora Virgem do Silêncio,
Quero sempre te amar,
Deitar no teu colo, sentir teu perfume,
Teu carinho materno ganhar.

Lágrimas de sangue nos teus olhos,
Estígma e martírio da alma.
Mãezinha minha vida,
Pra igreja quero consumir.
Quero estar ao teu lado na cruz
Sofrendo as dores de Jesus
E dizer que na loucura da cruz vou seguir.

 

 

Per Ipsum, et cum Ipso, et in Ipso!!

Marco Aurélio

No colo da Mãe – Nele estamos protegidos

 

O colo da mãe é o aconchego que todo filho precisa, é o lugar seguro que toda criança necessita, principalmente nos momentos difíceis da vida. Quando um filho tem uma necessidade, a mãe é aquela que tudo providencia, que se preocupa com os detalhes e não deixa faltar o necessário. Foi isso que aconteceu nas “Bodas de Caná”. A Virgem Maria viu que ia faltar vinha naquela festa de casamento e o vinho fazia parte das refeições do povo judeu. Faltar o vinho naquele casamento significava faltar o essencial, o necessário, e isso, Maria, que era mãe, não podia deixar faltar. Por isso, ela disse a Jesus que o vinho estava acabando (cf. Jo 2, 3).

Nossa Senhora faz o mesmo conosco, principalmente nos momentos difíceis de nossas vidas. Ela intercede por nós, quando nos falta o vinho da alegria. Quando somos tomados de tristeza, de angústia, de desespero diante dos sofrimentos, ela nos segura pela mão e nos acolhe no seu colo de mãe. Mas, por que muitos não experimentam essas graças em suas vidas?

O segredo para experimentar a presença de Jesus Cristo e o aconchego do colo da Virgem Maria está em acolhê-los em nossas vidas. Nas “bobas” das nossas vidas, somos chamados a convidar Jesus e Maria. Pois, a presença de Cristo e da Virgem são a garantia de que não nos faltará o necessário para o nosso casamento, para as núpcias do Cordeiro, no qual nos uniremos definitivamente com Deus (cf. Ap 19, 9).

Nossa Senhora não se preocupa somente com as necessidades para este mundo que passa, mas também e principalmente, ela se preocupa com o que precisamos para chegar ao mundo que não passa, para alcançarmos o Reino dos Céus. Não espere chegar os momentos de dificuldade, de sofrimento, para colocar-se sob a proteção da Virgem Maria, para aconchegar-se no colo da mãe. Coloque tudo nas mãos da Virgem Maria, todas as suas necessidades, todos seus projetos, todas as pessoas que fazem parte de sua vida.

A consagração total a Virgem Maria, pelo método do Tratado de São Luís Maria, é um meio de entregar tudo nas mãos de Nossa Senhora. Pois, muitos de nós temos de confiar tudo nas mãos de nosso pai, temos dificuldade de entregar tudo nas mãos de Jesus e de nosso Pai do Céu. Como nas “Bodas de Caná”, convidemos a Virgem Maria para fazer parte de nossa vida, de nossa história e, como Jesus na sua infância, nos coloquemos no colo da Mãe. Se entregarmos tudo nas mãos da Virgem Maria e fizermos tudo que Jesus nos disser, como ela nos ensina (cf. Jo 2, 5b), experimentaremos o melhor vinho, que ainda está por vir.

 

Natalino Ueda – Comunidade Canção Nova

http://blog.cancaonova.com/tododemaria

O Segredo de Francisco: O amor à Virgem Mãe de Deus

O intenso amor a Cristo-Homem, qual o praticara São Francisco e qual o legara à sua Ordem, não podia deixar de atingir Maria Santíssima. Já as razões do coração católico de São Francisco e seu cavaleirismo o levavam ao amor aceso da virgem Mãe de Deus. “Seu amor para com a bem-aventurada Mãe de Cristo, a puríssima Virgem Maria, era de fato indizível, pois nascia em seu coração quando considerava que ela havia transformado em irmão nosso o próprio Rei e Senhor da glória e que por ela havíamos merecido alcançar a divina misericórdia. Em Maria, depois de Cristo, punha toda a sua confiança. Por isto a escolheu para advogada sua e de seus religiosos, e em sua honra jejuava devotamente desde a festa de São Pedro e São Paulo até à festa da Assunção”.
 
São Francisco não é apenas um santo muito devoto, muito afeiçoado à Mãe de Deus, mas é um dos santos em que a piedade mariana aparece numa floração original e singular, sem contudo se afastar, por pouco que seja, das linhas marcadas pela Igreja. A Idade Média, da qual é Filho, teve uma piedade mariana cheia dos mais suaves encantos, porque fundada toda sobre a nobreza de sentimentos e a cortesia de atitudes de cavaleiros. Os cavaleiros se consideravam paladinos da honra e da glória de Maria Santíssima.
 
São Francisco, que em sua concepção específica da vida religiosa partia deste ideal e que considerava os seus como “cavaleiros da Távola Redonda”, cultivou com esmero e com intensidade toda sua o serviço da Virgem Santíssima nos moldes do ideal cavaleiroso, condicionado pelo seu conceito e pela sua prática da pobreza. Nada mais comovente e delicado na vida deste Santo, que a forte e ao mesmo tempo meiga e suave devoção à Mãe de Deus. Derivada do amor de Deus e de Cristo, orientada pelo Evangelho e vazada nos moldes e costumes do cavaleirismo medieval, transposto a uma sobrenaturalidade, pureza e força singularíssima, esta piedade mariana do Santo fundador é parte integrante do que legou à sua Ordem e aí foi cultivada com esmero.
 
São Francisco fez dos cavaleiros de “Madonna Povertá” os paladinos dos privilégios e da honra da Mãe de Cristo. As fontes da vida e da espiritualidade de São Francisco são unânimes em narrar quanto a igrejinha da Porciúncula minúscula, pobre e abandonada na várzea ao pé de Assis, igrejinha de Nossa Senhora dos Anjos – atraía as atenções de São Francisco e prendia a sua dedicação. Atraiu as suas atenções, quando estava para cumprir, segundo a interpretação que lhe dava, a ordem de Cristo de reconstruir a Igreja Santa. O edifício ameaçava ruínas. São Francisco pôs mãos à obra e em pouco tempo, com pedras e cal de “Madonna Povertá”, restituiu a estrutura da capela: “Vendo-a (a capela) São Francisco em tão ruinoso estado, e movido por seu indizível e filial afeto da soberana Rainha do universo, se deteve ali com o propósito de fazer quanto fosse possível para a sua restauração… Fixou neste lugar a sua morada, movido a isto pela sua reverência aos santos anjos, e muito mais pelo entranhado amor da Mãe Bendita de Cristo”.
 
Depois de assinalado por Cristo com os sinais gloriosos, mas dolorosos da Paixão, São Francisco voltou à Porciúncula. De lá partia novamente para pregar, mas voltava sempre. Os irmãos, apreensivos pela sua saúde combalida, obrigaram-no a permitir o levassem aonde melhor podiam atender ao tratamento reclamado pelo eu estado. Quando, porém, ia findar o tempo que Deus lhe concedera, e sabia quando findaria, São Francisco pediu que o levassem novamente à capelinha da Virgem dos Anjos. À sombra da igrejinha entregou sua alma a Deus no trânsito incomparável que foi o seu. Maria Santíssima, tão agraciada por Deus, possui encantos mil e à semelhança do seu Filho Divino é tão rica que um coração humano não pode venerar de uma só vez todas as prerrogativas de que foi cumulada pela generosidade divina.
 
Há desta forma a possibilidade das mais variadas devoções da Virgem, há a possibilidade de cada qual venerá-la e amá-la sob o aspecto que mais o comove, que mais o inflama.
Trecho do Livro “O Pensamento Franciscano”, Editora Vozes
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Saudação à Mãe de Deus
Salve, ó Senhora santa, Rainha santíssima, Mãe de Deus, ó Maria que sois Virgem feira igreja, eleita pela Santíssimo Pai Celestial, que vos consagrou por seu santíssimo e dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito! Em vós residiu e reside toda a plenitude da graça e todo o bem!
Salve, ó palácio do Senhor!
Salve, ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó Mãe do Senhor, e salve vós todas, ó santas virtudes derramadas, pela graça e iluminação do Espírito Santo, nos corações dos fiéis, transformando-os de infiéis em (servos) fiéis do Senhor!

Escrito de São Francisco de Assis

Trecho do livro “São Francisco de Assis – O Santo da Humildade” – Coleção Mensagens Espirituais.

Maria, minha Mãe!!! Olhe os meus passos!!!

Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos. Abrindo portas e portões. Abrindo casas e corações.
A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem Seus passos. 
Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que não podemos resolver. 
Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance. Tu tens poder para isso! 
Mãe, vai acalmando, serenando e tranquilizando os corações. 
Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições. 
Tira Teus filhos da perdição! Maria, 
Tu és Mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho. 
Maria, eu Te peço: Passa na frente! Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de Ti. 
Ninguém foi decepcionado por Ti depois de haver-te Te invocado e pedido a Tua proteção. 
Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis.

 

Amém!”

Comemoração da Natividade de Maria – Devemos aprender com nossa Mãe!!!

Quando nos consagramos a Nossa Senhora estamos realizando um ato jurídico, estamos dando a ela aquilo que a ela pertence. Nós somos dela. Todo filho pertence à Mãe! É preciso que o filho seja devolvido à Mãe.
Quantas vezes vemos questões jurídicas intrincadas, em que o juiz acaba devolvendo à mãe o filho que lhe pertence. É um direito mais do que natural. Ela o gerou no seu ventre.
É preciso que nós, que somos filhos, sejamos devolvidos a Maria, que é nossa Mãe. É uma questão de direito. Justiça é dar a cada um o que lhe pertence. O filho deve ser devolvido à mãe porque ele lhe pertence. É uma questão de justiça. Nós e todos os seus filhos precisamos ser devolvidos a Virgem Maria, porque é uma questão de justiça: pertencemos a ela. Somos os seus filhos. Ela é nossa Mãe. É urgente, é dever de justiça dar a ela o que é dela: todos os seus filhos.
A Palavra de Deus em Colossenses 1,15 nos diz que Jesus foi escolhido pelo Pai para ser o Primogênito de toda criatura. E o que é um primogênito? Primogênito é o seu primeiro filho no meio dos outros filhos. Na minha casa, por exemplo, eu sou o primogênito, tenho mais cinco irmãos. Porque nós seis somos filhos do mesmo pai e da mesma mãe e eu nasci primeiro, por isso, sou entre eles o primogênito.
No Seu maravilhoso plano, o Pai quis ter uma multidão de filhos, entre os quais quis que Jesus fosse o Primogênito. Quando o Senhor projetou esse plano precisava que Jesus e os Seus demais filhos tivessem uma mãe.
Para que Jesus fosse o Primogênito de todas as criaturas era preciso que a mãe d’Ele fosse também a mãe de todos os outros irmãos.
No pensamento de Deus, a primeira criatura projetada foi aquela que Ele escolheu para ser a Mãe do seu Filho feito homem e de todos os outros filhos. A primeira de todas as criaturas é Maria. Foi no alto do Calvário que Cristo acabou assinando, não com a tinta, mas com o Seu Sangue, aquela escritura na qual declarava que Maria era nossa Mãe. São João testemunha esse fato no seu Evangelho:
Vendo assim a sua mãe, e perto dela o discípulo que ele amava, Jesus disse à sua mãe: ‘Mulher, eis aí o teu filho’. A seguir, disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe’” (João 19, 26-27a)
Nosso Senhor Jesus Cristo estava realizando uma questão jurídica. Ali, no Calvário, Ele assinava com Seu Sangue derramado naquele momento e promulgava com a Sua Palavra, do alto da cruz: “Mulher, eis aí o teu filho, eis a tua mãe”. Estava falando em linguagem jurídica romana, porque era preciso fazer o documento e promulgá-lo.
Desde toda a eternidade, desde que Deus é Deus, desde que o Pai concebeu esse plano maravilhoso: Seu Filho viria a este mundo, se chamaria Jesus e seria o Primogênito de toda criatura… Desde esse momento, Maria já era a escolhida d’Ele para ser a nossa Mãe.
Preste atenção: “Para ser a minha Mãe desde toda a eternidade, Maria já tinha sido escolhida pelo Pai. Mãe de Jesus, minha Mãe e Mãe de todos os meus irmãos, para que Ele fosse o Primogênito de todas as

criaturas”.
Proclame:

Eu pertenço a Maria desde toda a eternidade. Desde quando o Pai concebeu esse lindo plano no qual Jesus seria o Primogênito no meio de uma multidão de irmãos. O Pai já escolhera Maria para ser a Mãe de Jesus, minha Mãe e Mãe de todos os meus irmãos. Muito obrigado, ó Pai, pela linda escolha. Desde toda a eternidade, antes que eu existisse, Maria já era minha Mãe e eu o seu filho”.
(Trecho extraído do livro “Maria, mulher de Gênesis ao Apocalipse” de monsenhor Jonas Abib).

 

Monsenhor Jonas Abib

Tenha a Coragem de Maria

Imagina se uma noite como outra qualquer, no momento de sua oração, lhe aparece-se o anjo Gabriel para lhe dizer que Deus está com você e que através de você terá início o plano de salvação da humanidade. Que você deverá responder a Deus se aceita ou não o que há por vir para se cumprir salvação dos homens.

 Pois é, acredito que em um momento como esse deve passar pela cabeça um turbilhão de sentimentos, como dúvidas, medos, incertezas e também surpresa e espanto.

 Conforme a Palavra nos diz através do evangelho de Lucas (1, 28 – 29):

 Entrando, o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”. Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.

 Maria ficou assustada com a saudação do anjo Gabriel, dúvidas e incertezas passaram pela cabeça dela. “Eu Senhor? Por que Eu? Como? O que fiz eu para que Deus precise de mim? Será que conseguirei?”. Com certeza perguntas como essas devem ter invadido os pensamentos de Maria .

 Mas o anjo Gabriel percebendo a dúvida crescendo no coração dela imediatamente põe-se a acalmá-la e transmiti a ela o desejo de Deus (Lucas 1, 30-33):

 O anjo disse-lhe: “Não temas Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo, e o senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim”.

 Maria então fica conhecendo o designo de Deus, para que ela seja a mãe do nosso Salvador, do seu próprio Filho que virá ao mundo para salvar os homens da morte. Há ela então ainda resta à dúvida de como isso ocorrerá, pois mantinha a sua castidade. Então faz outra pergunta a Gabriel (Lucas, 1, 34):

 

Maria perguntou ao anjo: “Como se fará isso, pois não conheço homem?”.

 O anjo Gabriel então revela a Maria como Deus, através dela, realizará a sua missão e como Ele irá acompanha-la durante esta caminhada (Lucas 1, 35 – 37):

 Respondeu-lhe o anjo: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso, o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril, porque a Deus nenhuma coisa é impossível.

 Maria não poderia saber nesse momento quais seriam as provações as quais iria passar seu filho Jesus e ela também consequentemente, mas ela conhecia a sociedade em que vivia, sabia que enfrentaria o julgamento do povo por engravidar sem ter casado, sabia que tanto ela como o filho enfrentariam o ódio e a inveja dos chefes religiosos da época.

 Assim, da mesma forma que nós murmuramos e choramos diante das situações difíceis que surgem em nossas vidas e dos caminhos que Deus nos propõe a seguir e que sabemos que não serão fáceis, Maria, diante deste pedido de Deus, poderia começar a chorar, murmurar e derramar toda uma incredulidade diante do anjo Gabriel: “Não posso aceitar este caminho! Não vou conseguir aguentar este peso de ser a mãe do nosso Salvador! Como vou conseguir criar e cuidar do Filho de Deus? Não vou ter tempo para esta missão?

 Mas, ao invés de demonstrar falta de fé, e contrariando o que muitos fariam no lugar dela, esta foi a resposta que Maria deu ao anjo Gabriel e a Deus (Lucas 1, 38):

 Então disse Maria: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo afastou-se dela.

 Maria era uma mulher de carne e osso como as outras de sua época, criada em uma sociedade injusta e que ensinava às pessoas a seguirem esta injustiça, da mesma forma como a sociedade atual tenta ensinar as mulheres e homens atuais. Então podemos nos perguntar:

 De onde foi que Maria tirou a coragem de aceitar em sua vida a missão de ser a mãe de Jesus?

 Em primeiro lugar, apesar da sociedade em que nasceu Maria teve de seus pais uma criação enraizada na Palavra de Deus e seguindo as leis de nosso Senhor. Ela sempre viveu de forma a estar próxima do seu Senhor. No momento que chegou a hora de nascer Jesus, conforme o próprio anjo Gabriel disse ao saudá-la: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, Nossa Senhora estava preparada e tinha Deus em seu coração, nos seus pensamentos, colocava Deus na frente de tudo em sua vida.

 Maria já conhecia o amor de Deus e tinha uma fé madura em nosso Senhor, assim não titubeou em crer que a Palavra de Deus iria se cumprir.

 Em segundo, o anjo disse que Deus estaria com ela durante todo o tempo, e que  concederia a graça do Espírito Santo e a envolveria com a força Dele: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra…”. Maria acreditou fielmente que Deus estaria ao seu lado durante todo o caminho e, quaisquer que fossem as dificuldades e as tribulações que passaria sendo a Mãe de Jesus, Ele estaria sempre ao seu lado dando-lhe forças para suportá-las.

 Maria, diante dos medos e incertezas, manteve a sua fé em nosso Senhor, confiou a ele a sua vida e aceitou que se fizesse nela a vontade do Pai.

 Em meio ao mundo que vivemos hoje, que tenta nos por para baixo o tempo todo, repleto de coisas do mal, aonde temos que “matar um leão por dia” e que nos nivela por baixo. Temos que manter a coragem e a fé que Deus está conosco o tempo todo e que nunca nos deixará sozinhos, que Ele tem planos muito maiores para seus filhos.

 Precisamos manter nossas vidas e criar nossos filhos na sabedoria de Deus, nas leis de nossa santa Igreja Católica. Temos que ter nossos dias repletos de Deus, estarmos com Ele o tempo todo e levá-Lo conosco à todos os lugares.

 Irão passar nas nossas vidas diversas situações difíceis e Deus irá revelar a cada um de nós o seu plano, teremos, como Maria, as mesmas dúvidas e medos. Nessa hora meu irmão e minha irmã, mantenha a fé a coragem para seguir firme com Deus ao seu lado, pois Ele sempre estará conosco e nunca irá desistir de nenhum de seus filhos, independente de seus pecados. Ele lhe dará também a graça do Espírito Santo e lhe cobrirá com a sua força, basta pedir a sua presença todos os dias.

 Muitos têm medo e acham que nunca irão conseguir se livrar das drogas e das bebidas. Outros pensam que seus traumas irão segui-los para sempre se fechando para o amor de Deus e de pessoas que querem o seu bem. Alguns escolhem os caminhos mais fáceis oferecidos pelo mundo por terem medo do caminho que o Pai tem para eles, mas que é o caminho que lhe dará a Paz e a Felicidade verdadeira.

 Chegou a hora de enfrentarmos nossos medos com a mesma coragem de Maria, vamos consagrar as nossas vidas à nossa querida Mãe que está no céu intercedendo e cuidando de seus filhos, vamos seguir os mesmos passos que Nossa Senhora seguiu e manter a fé e a coragem com o auxílio do Espírito Santo, fazendo com que Deus esteja presente em todas as áreas de nossa vida, em nossos trabalhos, nossas famílias, nossas decisões e nossos pensamentos. Pois assim, quaisquer que sejam nossos problemas, medos e aflições, nunca irão nos fazer desistir.

 Tenhamos a certeza que Deus tem grandes planos para nós, e que Ele quer que sejamos felizes, cabe a nós somente ter a coragem de dizer “Sim” à sua vontade.

 Maria teve a coragem de dizer seu “SIM” ao plano de Deus e Jesus também disse seu “SIM” e suportou, junto com sua Mãe, todo aquele sofrimento para nos salvar… Digamos também nós o “SIM” que Deus tanto quer ouvir,  e se nos faltar a coragem, basta que roguemos à Jesus e Maria!!!

 Resumidamente ter fé na oração do Pai-Nosso, que o próprio Jesus nos ensinou e que rezamos: “Que seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu”.

 Deus os abençoe,

 Marco Aurélio